Resultados

De Reinaldo David Rizk

mindset

Quando vi a cena de minha neta de 2 anos, chorando e gritando “não” para sua mãe, quando ela tentava tirar um fiapo do dedo dela, percebi como sua reação, absolutamente natural, estava me mostrando o funcionamento dos adultos também!

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Meu filho olhou para mim e disse: “ela não entende que vai melhorar, né?”.

Todas as coisas funcionam desta maneira, ou seja, para poder ter um resultado melhor, necessário uma escolha e um determinado esforço, com mais dor ou menos dor. Minha neta não tem a consciência total que se esforçando para superar o medo e a dor, logo receberá um bem estar maior. Assim vale para uma injeção, remédios que provocam mal estar (quimioterapia, por exemplo) e etc.

Quando vemos

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um atleta de alto nível competindo, nas inúmeras modalidades, como ginástica artística, patinação no gelo, saltos ornamentais, moto velocidade, manobras de skate, tênis, basquete, tiro ao alvo, atletismo, voleibol, ou na dança, no canto, na encenação artística, estamos vendo pessoas que fizeram suas escolhas e que convivem com a dor frequentemente. Para se chegar a resultados de alta expressividade e que nos fazem ficar boquiabertos, tem que ir aos limites do esforço, diariamente. E com a gente, não é a mesma coisa? Bem, deveria ser, não é mesmo?

Se analisarmos bem, perceberemos que também estamos participando de modalidades de alto desempenho, independentemente da atividade que exercemos. Na maioria das vezes, haverá uma

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diferença: o atleta ou o artista de alto desempenho tem notoriedade pública e normalmente resultados financeiros maiores, mas ao mesmo tempo, tem uma exigência infinitamente maior. Ele deverá aprender a lidar com a alegria e a tristeza, o assédio e o esquecimento, a glorificação e a frustração, o sucesso e o fracasso, o aprender e o desaprender, entre outros atributos, de forma mais intensa que os demais. Os que trabalham em atividades não atléticas ou artísticas enfrentam semelhante rotina dos citados acima, mas também tem que se superarem constantemente: enfrentar o público, chefes ou gerentes e os colegas, além do convívio com a papelada, burocracia, aprendizagem e etc.

Portanto, temos algo em comum nestes dois grandes grupos: todos são convidados a terem melhores resultados no comportamento. São necessários esforços para podermos vencer um hábito ou vício qualquer. Choraremos de dor, como minha netinha, ao ser fisgada pelo fiapo no dedo ou quando tem que tirar o fiapo. Da mesma forma nós: choramos ao repetir uma atitude inadequada e reclamamos do esforço que precisa para não repetir o mesmo erro, mas não podemos esquecer que na sequência vem uma satisfação, uma vitória, uma conquista, uma medalha e muitos aplausos semi-silenciosos quando enfrentamos de frente estes hábitos inconvenientes que tanto nos atrapalham, como atrapalham aos outros.

Batalhemos por sermos pessoas melhores e tenhamos a consciência de que as vitórias conquistadas sobre nossos comportamentos inadequados são tanto ou mais valiosos quanto as vitórias externas. Vencer nossos ímpetos de irritação, mau humor, de orgulho, de prepotência ou mesmo aumentar nossa capacidade de ouvir o outro com atenção, melhorar nossa solidariedade e compaixão, são batalhas diárias de autocontrole, que levam a incômodos, do mesmo jeito que um músculo que está sendo trabalhado, mas ambos, músculo e mente, têm a mesma elasticidade e capacidade de aprendizagem, tornando o movimento ou o comportamento novo, algo natural. Está mais do que na hora de acreditarmos na dignidade humana. Se o outro tem dificuldade e não crê ou não tenta, que seja você, aquele que tenta e crê nesta mudança.

Comentário (2)

Parabéns amigo Reinaldo, por trazer este artigo onde vc faz alguns links interessantes com um olhar paralelo a situações do dia a dia que muitas vezes passa desapercebidos……abraço e sucesso!

14 de junho de 2016 em 08:19


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